segunda-feira 27th maio 2019
27-mai-2019

MPPA investiga fraudes em licitações que podem chegar a R$100 milhões em Tucuruí


O ex-prefeito Sancler Antônio Wanderley Ferreira teve a prisão preventiva decretada, mas ainda não foi localizado.

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), deflagrou nesta terça-feira (4), a “Operação Alcobaça”, que investiga fraudes em licitações no município de Tucuruí, sudeste do Pará. Os alvos da operação são ocupantes de cargos do poder público municipal e empresários. O ex-prefeito Sancler Antônio Wanderley Ferreira teve a prisão preventiva decretada, mas ainda não foi localizado. O MPPA calcula que desvio de dinheiro público pode chegar a mais de 100 milhões de reais em valores atualizados.

Os investigados são acusados dos crimes de fraude em licitação, peculato, corrupção ativa e passiva, de acordo com a conduta de cada um. As condutas ocorreram no período da gestão do então prefeito Sancler Ferreira à frente do executivo municipal. No total estão sendo cumpridos 19 mandatos, sendo 12 de prisão preventiva e três de prisão domiciliar.

Outros quatro mandados de busca e apreensão também estão sendo cumpridos. Sete alvos da operação são de Tucuruí e dois da capital paraense.

(Fonte: G1)

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Cabral diz que recebeu R$ 1,5 milhão em propina na licitação do serviço Poupa Tempo

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral confessou que, em 2009, recebeu um R$ 1,5 milhão em propina para favorecer o grupo de empresários liderado por Georges Sadala, na licitação do serviço Poupa Tempo no estado.

A declaração foi dada, nessa quinta-feira (23), em depoimento prestado ao juiz Marcelo Bretas, da Sétima Vara Federal Criminal do Rio, no âmbito da Operação C’est Fini, um desdobramento da Lava Jato.

Cabral disse que determinou pessoalmente aos responsáveis pela licitação que o consórcio pertencente a Sadala fosse escolhido como vencedor do certame.

O ex-governador revelou ainda outras negociatas com Sadala, que eram desconhecidas do Ministério Público e da Justiça.

Quem também prestou depoimento, nessa quinta-feira, foi o empresário Georges Sadala. Ele se disse surpreso com as declarações de Cabral e negou ter pago propina ao ex-governador ou ter sociedade com ele em imóveis.

(Fonte: Jornal Floripa)