terça-feira 19th março 2019
19-mar-2019

Novos caças da FAB e vaga no STF ficarão para Dilma, diz Lula

O governo está em processo para compra de 36 aviões de combate, num negócio que pode superar os 4 bilhões de dólares.

As decisões sobre o nome que ocupará a vaga deixada pelo ex-ministro Eros Grau no Supremo Tribunal Federal (STF) e a compra de novos caças para a Força Aérea Brasileira ficarão para o próximo governo, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista exibida na noite de segunda-feira.

 

Em entrevista à TV Brasil, Lula afirmou que optou por esperar as eleições para discutir a escolha do ministro para a vaga deixada por Grau, aposentado em agosto, mas que ainda não conversou sobre o assunto com a presidente eleita, Dilma Rousseff.  Segundo a Agência Brasil, Lula disse que “não há muita pressa” para decidir o novo nome, porque o tribunal entrará em recesso nos próximos dias e só voltará aos trabalhos em fevereiro de 2011.

Sobre a decisão de compra dos novos aviões de combate para a FAB, Lula disse que não poderá tomá-la em um momento que seu mandato está acabando. “É uma dívida muito grande, é uma dívida de longo prazo para o Brasil. Eu poderia assinar e fazer um acordo com a França, mas não vou fazer”, disse Lula, segundo a agência.

O governo está em processo para compra de 36 aviões de combate, num negócio que pode superar os 4 bilhões de dólares. Em novembro, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que os aviões franceses (produzidos pela Dassault) são os melhores em termos de transferência de tecnologia na licitação para renovar a frota da FAB.

O presidente afirmou na entrevista que a decisão sobre os caças franceses ainda depende de parecer do Conselho Nacional de Defesa. Também participam da concorrência o sueco Gripen NG, da Saab, e o F-18, fabricado pela norte-americana Boeing.

Por Alberto Alerigi Jr.
(Fonte: Estadão – SP Online)

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Alteração da embalagem do produto

Temos um contrato para o fornecimento de forros protetores de assento sanitário com dispensers em regime de comodato. Na licitação, foi definido que os licitantes deveriam ofertar seus preços por folha e, ainda, fornecimento de pacotes contendo entre 40 a 100 folhas. Não foi ratificada marca. O licitante vencedor ofertou pacotes de 90 folhas. Todavia, transcorridos 06 meses do fornecimento (termo de registro de preços), ele alega que seu fabricante não mais produz tais pacotes, somente pacotes de 120 folhas, ou seja, distinto do que foi definido na licitação. Alega que não possui outro fabricante para fins de atendimento ao edital (40 à 100 folhas). Entendo que seja o caso de cancelamento dos preços registrados. Todavia, haveria um custo adicional na aquisição dos dispensers ou, a retirada dos mesmos em diversas unidades, em torno de 576, impactando na aquisição direta por dispensa de licitação até a instauração de novo processo. Há alguma forma de aditarmos o contrato sob alegação de custos extras e adicionais à administração no caso de cancelamento dos preços? (mais…)

Participação irregular de EPP. Nova fase de Lances.

“Em se tratando de uma empresa, credenciada como EPP, teve maior parte dos lances a seu favor, mas uma vez verificada seu balanço a mesma não deveria ter usufruído do benefício. Contudo, já prevendo a inabilitação da empresa, as demais empresas licitanttes solicitaram rever seus lances novamente, uma vez, alegando elas, foram prejudicadas por se tratarem de empresas normais, assim seus lances ficaram bem abaixo dos lances ofertado pela empresa ora inabilitada.

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