sexta-feira 14th dezembro 2018
14-dez-2018

Qatar Petroleum prevê ampliar produção em 35%


Presidente da empresa afirmou em conferência que há planos de fazer a produção de petróleo e gás passar dos atuais 4,8 milhões de barris por dia para 6,5 milhões em oito anos.

A Qatar Petroleum (QP), petrolífera estatal do Catar, está trabalhando para aumentar sua capacidade de produção em várias partes do mundo, dos atuais 4,8 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia para 6,5 milhões em oito anos. O montante se refere a petróleo e gás.

A informação foi publicada no site do jornal The Peninsula, de Doha, com base em uma afirmação do presidente e CEO da Qatar Petroleum, Saad Sherida Al Kaabi (foto), na abertura da Conferência Oil & Money, que começou em Londres nesta terça-feira (09) e vai até a quinta (11), sob o tema “Novo Mapa Energético”.

Al Kaabi afirmou que a Qatar Petroleum está interessada em investir em segurança, eficiência, confiabilidade, tecnologia, preservação do meio ambiente e, acima de tudo, em capital humano. Ele falou que o Catar está empenhado em ajudar a atender a crescente demanda global por energia.

O CEO afirmou que o Catar decidiu aumentar a produção de gás natural liquefeito (GNL). Os números fornecidos por ele indicam que ela vai crescer cerca de 40% até 2024. “O novo projeto de expansão nos dará capacidade ampliada e flexibilidade para atender a demanda global adicional, ao mesmo tempo que impulsionará ainda mais os planos estratégicos de crescimento da Qatar Petroleum”, falou.

Na conferência, Al Kaabi destacou o gás como um dos produtos mais limpos entre os combustíveis fósseis. “Muitos países ao redor do mundo estão começando a rejeitar o custo econômico e ambiental da dependência total e absoluta do petróleo”, disse. Paralelamente à conferência, Al Kaabi teve conversas com líderes de indústrias globais do segmento sobre o setor de gás.

O Brasil faz parte da estratégia de expansão da companhia. A Qatar Petroleum já arrematou blocos de petróleo e gás em três licitações realizadas no País, em consórcio com outras petrolíferas, a última há menos de duas semanas.

(Fonte: ANBA)

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